Actualizado em Segunda, 07 Setembro 2009 18:37 Escrito por Fernando Santos Sábado, 01 Agosto 2009 15:11
Saídos há 16 horas de Londres* a bordo do Celebrity Equinox quisemos conhecer um dos mais conceituados Executive Chef do mundo - Jacques Van Staden (Vice President da Azamara Cruises e Celebrity Cruises, desde 2007) e um dos responsáveis pelo elevado grau de fidelização das marcas de topo da Royal Caribbean.
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Van Staden chegou a Washington DC em 1990, vindo de Pretória, África do Sul sua cidade natal. O seu interesse pela cozinha levou-o a ser nomeado para um "Rising Star do Ano" pela prestigiada Fundação James Beard. Passou por alguns mais melhores restaurantes americanos, nomeadamente pelo Alizé, classificado como um dos cinco melhores restaurantes de Las Vegas onde foi Executive Chef; Até chegar à actual posição na Celebrity e Azamara, Van Staden foi também o responsável pela cozinha do bem conhecido Hotel Watergate, onde liderou uma equipa de 250 colaboradores. Nessa altura contava com um orçamento de 10 milhões dólares para alimentos e bebidas.
Para a "mesa do canto"…um Fillet Mignon, coberto de trufas pretas e para a "mesa do fundo" 20 lombos de lagosta para outro hóspede.
É mais estimulante ser Executive Chef num navio
Considera que para um Executive Chef, “é cem vezes mais desafiante trabalhar num navio. Temos de conhecer bem o nosso staff. A cada 6 meses todo o staff é renovado. Num hotel ou restaurante isso não acontece. Por outro lado, num hotel existem períodos de menor actividade e se o hotel estiver com uma ocupação de 60% essa actividade ainda será menor. Depois nem todos os hóspedes comem no restaurante do hotel. Na Celebrity, o Executive Chef trabalha 4 meses seguidos, 7 dias por semana. Trabalha quase sem descanso e depois tem 2 meses de férias. Van Straden diz-nos que “o gosto e emprenho que tenho à minha profissão quase nem dá para notar que entretanto passaram 4 meses.
Gripe A? A Guerra a bordo! Sabendo a grande responsabilidade que um Executive chef tem em caso detecção a bordo de Gripe A, quisemos ouvir a sua opinião sobre quais os procedimentos a implementar. “O que fazemos de imediato é entrar em código vermelho assim que surjam os dois primeiros casos (tripulantes e/ou hóspedes). Essas duas pessoas são de imediato resgatadas de helicóptero para o centro hospitalar adequado mais próximo da localização do navio e o navio entra ao mesmo tempo de quarentena.
*Porto de Southampton |
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